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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Somos chamados a Partilhar

Irmãos,

Paz e Bem!

Diante do sofrimento de nossos irmãos afetados pelas chuvas e deslizamentos de terra na região serrana do Rio de Janeiro e atendendo a convocação do irmão Hélio da Costa Gouvea - Ministro do Regional Sudeste II, informo que na manhã de hoje um pequeno grupo de irmãos se reuniu na nossa sala da Evaristo da Veiga e juntos levamos doações para a Cáritas na Catedral do Rio, de água, fósforos, velas, sabonetes, pastas de dentes, arroz, feijão, macarrão, toalhas, cobertor, colchonete, roupas e sapatos (masculinas e femininas).

Também foi depositado hoje o cheque BB nº 850221 da Fraternidade de Santo Antônio do Largo da Carioca na conta corrente nº 48500-4 Agência 814 do Banco Bradesco, em nome da Cáritas Arquidiocesana do Rio de Janeiro com o valor apurado de R$ 2.000,00 referente à contribuição de cinco irmãos da Fraternidade de Santo Antônio do Largo da Carioca.

Caso algum irmão deseje fazer sua doação em dinheiro, qualquer que seja o valor, na próxima semana faremos um novo depósito para a conta da Cáritas Arquidiocesana com o total a ser arrecadado pela Fraternidade.

Oriento para que a partir de agora as doações de água, alimentos, material de limpeza, roupas etc. deverão ser entregues diretamente pelos irmãos na Catedral do Rio de Janeiro.

A conta corrente da Fraternidade de Santo Antonio é a seguinte:

OFS-Fraternidade de Santo Antônio
conta nº 21160-5
agência 0392-1 - Cinelândia
Banco do Brasil
CNPJ: 28.011.195/0001-94

Dentre todos os relatos e notícias que vi até o momento, fiquei com a frase de uma senhora de 91 anos que disse a uma repórter que a entrevistou, enquanto a mesma entregava suas doações: "minha filha isto não é ajuda aos que estão precisando e sim partilhar o que temos".
Aproveito para enviar uma notícia que acabo de ler na internet:

Igreja acusa prefeitura de impedir auxílio a vítimas
Seg, 17 Jan, 08h05
A prefeitura de Teresópolis está sendo acusada de impedir a distribuição de donativos por parte da Igreja Católica. Segundo o padre Paulo Botas, integrantes da comunidade católica que foram até o estádio Pedrão ouviram de funcionários municipais que "nenhuma igreja católica de Teresópolis iria receber doações". A prefeitura desmente a informação - diz que não passa de boato e que a religião dos desabrigados não é fator levado em consideração.
"Falaram isso sem o menor constrangimento. O prefeito (Jorge Mário Sedlacek) é evangélico e não quer que a ajuda vá para os católicos. As pessoas se cadastraram, mas foram discriminadas. Nessa situação tão grave, não tem confissão religiosa, não pode ter essa competição ideológica. Isso é um pecado mortal, ainda mais vindo de pessoas cristãs", disse o padre, da igreja do Sagrado Coração de Jesus de Barra do Imbuí, área bastante afetada pelas chuvas.
Ele contou que foi alugado um galpão, na frente da igreja, para onde seriam levados roupas e alimentos que emissários recolheriam do montante estocado no Pedrão. A intenção era fazer do galpão um centro de distribuição para atendimento de moradores de bairros como Posse, Campo Grande e Espanhol, onde famílias inteiras morreram.
Sem querer entrar em detalhes sobre a religião do prefeito, o padre Mario José Coutinho, decano da Diocese de Petrópolis, disse que a situação é de boicote à Igreja Católica. "É surreal, uma ofensa, uma vergonha, uma agressão à humanidade. Transformaram uma questão humanitária em religiosa", criticou.
Amanhã, antes de rezar uma missa de sétimo dia no Imbuí, o bispo de Petrópolis, dom Filippo Santoro, terá uma reunião com o prefeito para discutir o assunto. Dos 21 abrigos abertos em Teresópolis, metade foi providenciado em igrejas evangélicas.
Fontes: estadao.com.br e yahoo.com.br

Abraço Fraterno,

Kátia Sodré Lima Barros
Ministra
OFS-Fraternidade de Santo Antônio do Largo da Carioca

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